Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom
Daqui não
Eu vivo a vida na ilusão
Entre o chão e os ares
Vou sonhando em outros ares, vou
Fingindo ser o que eu já sou
Fingindo ser o que já sou
Mesmo sem me libertar eu vou
É Deus, parece que vai ser nós dois até o final
Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro
De que vale ser daqui
De que vale ser daqui
Onde a vida é de sonhar?
Liberdade!
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Boa vida a todos
sábado, 31 de janeiro de 2009
O sentimento
Quando se sente que de nada vale a pena, quando se pensa que esta tudo no fim...quando se está navegando a deriva...o rumo...algo que talvez não exista, percerber algo de bom, confusão, acreditar que pode ser melhor amanhã, existe amanhã? É deus parece que estamos juntos nessa novamente, você e eu... acabou o dia, e é só por hoje!
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
As Horas
A Um bom tempo eu li algo sobre como a vida é feita de momentos, e que passam rapido...rapido demais, esses dias achei esse texto...e ao ler de novo vi que algumas coisas realmente não fazem sentido, embora estamos acostumados a não procurar sentido na maioria das vezes.Enfim...
Leiam o texto.
Numa das paredes do meu quarto há um belo relógio antigo que não mais funciona. Seus ponteiros, parados há muito tempo, indicam de forma imperturbável há mesma hora: sete em ponto.
Quase sempre, o relógio é apenas um inútil adorno numa parede branca e vazia.
Porém, há dois momentos no dia, dois fugazes instantes em que o velho relógio parece ressurgir das cinzas como uma poderosa fênix.
Quando em suas intermináveis voltas todos os relógios da cidade dão sete horas, emitindo sete vezes seu repetido canto, o velho relógio de meu quarto parece recobrar a vida. Duas vezes por dia, pela manhã e pela noite, o relógio se sente em absoluta harmonia com o resto do universo.
Se alguém o olhasse nesses dois momentos, diria que funcionava à perfeição...
Mas quando esse instante passa, quando os outros relógios silenciam seu canto e os ponteiros retomam os monótonos caminhos, meu velho instrumento perde o passo e permanece fiel àquela hora que alguma vez deteve seu andar.
Eu amo esse relógio, e quanto mais o menciono, mais o amo, porque cada vez me sinto mais parecido com ele.
Também estou parado no tempo, também me sinto estagnado e imobilizado. De alguma maneira, igual a ele, sou um adorno inútil numa parede vazia.
Mas tenho também momentos fugazes, nos quais, misteriosamente, a minha hora chega.
Durante esses tempos, sinto que vivo. Tudo está claro e o mundo passa a ser maravilhoso. Posso criar voar, sonhar, dizer e sentir mais coisas nesses instantes que em todos os outros. Essas conjunções harmônicas se dão e se repetem uma e outra vez, como uma seqüência inexorável.
A primeira vez que senti essa maravilha, procurei que durasse para sempre. Não consegui.
Como meu amigo relógio, o tempo dos outros escapam também de mim.
Passados esses momentos, os outros relógios que habitam em outros homens continuam sua rotação, e eu volto à minha rotineira morte estática, ao meu trabalho, ao meu papo de bar, ao meu tedioso andar que costumo chamar "vida".
Mas eu sei que a vida é outra coisa.
Eu sei que a vida, a vida de verdade, é a soma daqueles momentos fugazes que nos permite sintonizar com o universo.
Quase todo o mundo, coitado, pensa que vive.
Existem poucos momentos de plenitude, e aqueles que não o saibam, e insistam em querer viver, sempre estarão condenados pelo mundo cinzento e pelo repetitivo andar do cotidiano.
Por isso é que o amo, velho relógio, porque somos a mesma coisa, você e eu.
Boa vida a todos.
Leiam o texto.
Numa das paredes do meu quarto há um belo relógio antigo que não mais funciona. Seus ponteiros, parados há muito tempo, indicam de forma imperturbável há mesma hora: sete em ponto.
Quase sempre, o relógio é apenas um inútil adorno numa parede branca e vazia.
Porém, há dois momentos no dia, dois fugazes instantes em que o velho relógio parece ressurgir das cinzas como uma poderosa fênix.
Quando em suas intermináveis voltas todos os relógios da cidade dão sete horas, emitindo sete vezes seu repetido canto, o velho relógio de meu quarto parece recobrar a vida. Duas vezes por dia, pela manhã e pela noite, o relógio se sente em absoluta harmonia com o resto do universo.
Se alguém o olhasse nesses dois momentos, diria que funcionava à perfeição...
Mas quando esse instante passa, quando os outros relógios silenciam seu canto e os ponteiros retomam os monótonos caminhos, meu velho instrumento perde o passo e permanece fiel àquela hora que alguma vez deteve seu andar.
Eu amo esse relógio, e quanto mais o menciono, mais o amo, porque cada vez me sinto mais parecido com ele.
Também estou parado no tempo, também me sinto estagnado e imobilizado. De alguma maneira, igual a ele, sou um adorno inútil numa parede vazia.
Mas tenho também momentos fugazes, nos quais, misteriosamente, a minha hora chega.
Durante esses tempos, sinto que vivo. Tudo está claro e o mundo passa a ser maravilhoso. Posso criar voar, sonhar, dizer e sentir mais coisas nesses instantes que em todos os outros. Essas conjunções harmônicas se dão e se repetem uma e outra vez, como uma seqüência inexorável.
A primeira vez que senti essa maravilha, procurei que durasse para sempre. Não consegui.
Como meu amigo relógio, o tempo dos outros escapam também de mim.
Passados esses momentos, os outros relógios que habitam em outros homens continuam sua rotação, e eu volto à minha rotineira morte estática, ao meu trabalho, ao meu papo de bar, ao meu tedioso andar que costumo chamar "vida".
Mas eu sei que a vida é outra coisa.
Eu sei que a vida, a vida de verdade, é a soma daqueles momentos fugazes que nos permite sintonizar com o universo.
Quase todo o mundo, coitado, pensa que vive.
Existem poucos momentos de plenitude, e aqueles que não o saibam, e insistam em querer viver, sempre estarão condenados pelo mundo cinzento e pelo repetitivo andar do cotidiano.
Por isso é que o amo, velho relógio, porque somos a mesma coisa, você e eu.
Boa vida a todos.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Janta
O lugar era calmo, olhares atentos, aflição e tranquilidade, o que ela queria, o que ele queira...discrepância, ele quer ela, ela quer ser livre, ele quer demais, ela não pode oferecer,
ele não se aborrece, ela é doce e ele sempre se encanta...sempre
ele não se aborrece, ela é doce e ele sempre se encanta...sempre
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
pode ser cruel a eternidade
eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
caberá ao nosso amor por o que há de vir
pode ser a eternidade má
caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
everybody thinks that I'm sad
I take my ride in melodies and bees and birds
will hear my words
will be both us and you and them together
I can forget about myself trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
and please my day
I'll let you stay with me if you surrender
...
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