A gente sempre se pergunta o sentido das coisas e porque elas ocorrem, quando na verdade nada pode explicar determinados fatos e acontecimentos, coisas que começam e terminam, sentimentos que mudam, pessoas que se vão...pessoas que chegam, fatos da vida que podem nos fazer bem ou mal, mas a única certeza que fica é de que sempre se aprende algo, que nada foi em vão, e que se pode sempre se tornar mais forte após se levantar de um belo baque, pois sempre haverão novos para tornar a se levantar...ou não, mas o que fica claro é que ninguem que vive é polpado do "peso" de viver, se entrou nessa é por algum motivo que nem me atrevo a procurar resposta até porque não acharia explicação tambem, então se temos tantos problemas e dúvida por que contunuar? Essa é uma pergunta que deve-se procurar dentro de si mesmo...seus próprios motivos, afinal todos tem mesmo que não seja algo explicido, o certo é seguir em frente, mesmo com dor, mágoas e decepções afinal de contas é só consequencia de tentar, desistir? nunca! Voltar atrás não podemos, até porque se fosse uma opção não teriamos coragem de seguir em frente, é preciso lutar, provar, sentir...
Só assim se vive...só assim se tenta...só assim se ama...
"- Veja você onde é que o barco foi desaguar
- A gente só queria um amor
- Deus parece às vezes se esquecer
- Ai, não fala isso por favor
Esse é so o começo do fim da nossa vida
Deixa chegar o sonho
Prepara uma avenida
Que a gente vai passar"
Boa vida!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Pois é...
É frio, nublado, quieto, parado, depressivo...clima propicio para não fazer nada e continuar na insignificancia de viver, que é o que eu posso fazer de melhor na falta que você me faz...na falta de algo melhor, querer já não basta, somos desnecessarios ao mundo, mas parece-me fundamental sentir sua presença, seu cheiro, seus olhos... o que sinto é o que tenho de melhor...pouco...muito pouco! Continuo a esperar você...Eu estarei sempre com você...
" Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que no meu mundo algo se perdeu
Te mando beijos
Em outdoors pela avenida
E você sempre tão distraída
Passa e não vê,e não vê"
" Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que no meu mundo algo se perdeu
Te mando beijos
Em outdoors pela avenida
E você sempre tão distraída
Passa e não vê,e não vê"
sábado, 8 de agosto de 2009
Saudade

A palavra saiu com certeza, impulso e arrependimento
o tempo da certeza foi rapido, o impulso movido pela mágoa, e o arrependimento cortante e frio,
o clima, o lugar, o tempo...longo...uma noite infinita, os ponteiros se arrastavam, ele se consumia...era amor demais, era dor demais...já não queria mais existir, sumir talvez fosse a melhor solução, a certeza se tornou mais clara, depois disso só restou saudade...
"O jeito que você arruma seu cabelo procurando aquele efeito que o mundo não quer reparar:
- revela tanto. E o tempo que demora para decidir se aquilo que está ouvindo é convincente para poder Concordar - e me deixa esperando. Eu posso esperar "
quarta-feira, 18 de março de 2009
A noite e a Vontade
A noite continua a cair, e todas continuam a ser iguais...as mesmas que a de outros tempos,
a 4 anos...mas agora, ela costuma ser mais clara, mais bonita, mais colorida, e junto com tantas
mudanças, ela tambem traz saudade, querer...Vontade! vontade de tudo e muito, vontade do
abraço, o desejo do corpo, a sedução do perfume, o cheiro do prazer... a vontade constante e cortante...a certeza do amor...sempre
a 4 anos...mas agora, ela costuma ser mais clara, mais bonita, mais colorida, e junto com tantas
mudanças, ela tambem traz saudade, querer...Vontade! vontade de tudo e muito, vontade do
abraço, o desejo do corpo, a sedução do perfume, o cheiro do prazer... a vontade constante e cortante...a certeza do amor...sempre
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A Fuga
Corria entre a multidão a procura de uma saída, vertigem, as veias saltavam,
os olhos aflitos a procura de uma luz, correr,correr,correr!!!
Viu crianças brincando no chafariz central onde outrora sentou-se a esperar,
pisou em flores que outrora colheu, pensou que fosse eterno, e continuou a correr,
a cabeça fervia, o estômago doia, as lembranças martelavam "foi minha culpa",
chegando no fim, o prédio era o mesmo, o apartamento tambem,
tudo era tão familiar quanto sua própria morada, entrou correndo,
arrancou a gravata, e encontrou-a a sua espera, não era tarde, não pra ele, nem pra ela,
com calma deitou em seu colo, sentiu sua mão leve em seus cabelos,
a cabeça já não fervia, o estômago já não doia, e ali junto a ela, ele chorou...
e se sentiu o maior e o melhor...
Boa vida!
os olhos aflitos a procura de uma luz, correr,correr,correr!!!
Viu crianças brincando no chafariz central onde outrora sentou-se a esperar,
pisou em flores que outrora colheu, pensou que fosse eterno, e continuou a correr,
a cabeça fervia, o estômago doia, as lembranças martelavam "foi minha culpa",
chegando no fim, o prédio era o mesmo, o apartamento tambem,
tudo era tão familiar quanto sua própria morada, entrou correndo,
arrancou a gravata, e encontrou-a a sua espera, não era tarde, não pra ele, nem pra ela,
com calma deitou em seu colo, sentiu sua mão leve em seus cabelos,
a cabeça já não fervia, o estômago já não doia, e ali junto a ela, ele chorou...
e se sentiu o maior e o melhor...
Boa vida!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
O acaso
Já era quente, mesmo sendo manhã... O verão anunciava um dia de calor...
O sono pesava, os olhos cansados...Só mais um dia...Quinta feira...Calor...
Os cabelos eram compridos e negros, a única lembrança nítida que ficou.
E tambem se foi com o passar dos dias, quase duas semanas depois,
em mais uma madrugada normal, traz a lembrança os cabelos negros
com um belo sorriso que era novidade até então, e depois disso era toda noite,
Os cabelos e o sorriso...
boa vida a todos!
O sono pesava, os olhos cansados...Só mais um dia...Quinta feira...Calor...
Os cabelos eram compridos e negros, a única lembrança nítida que ficou.
E tambem se foi com o passar dos dias, quase duas semanas depois,
em mais uma madrugada normal, traz a lembrança os cabelos negros
com um belo sorriso que era novidade até então, e depois disso era toda noite,
Os cabelos e o sorriso...
toda beira é final de dois
eu deixo tudo sempre pra fazer mais tarde
e assim eu caminho no tempo que bem entender
afinal faz parte de mim ser assim.
mais um pouco e vai dar sinal
brinco de esconder
caminho de fé
não vou mais só no que a vida me traz
boa vida a todos!
sábado, 31 de janeiro de 2009
O sentimento
Quando se sente que de nada vale a pena, quando se pensa que esta tudo no fim...quando se está navegando a deriva...o rumo...algo que talvez não exista, percerber algo de bom, confusão, acreditar que pode ser melhor amanhã, existe amanhã? É deus parece que estamos juntos nessa novamente, você e eu... acabou o dia, e é só por hoje!
Perceber aquilo que se tem de bom no viver é um dom
Daqui não
Eu vivo a vida na ilusão
Entre o chão e os ares
Vou sonhando em outros ares, vou
Fingindo ser o que eu já sou
Fingindo ser o que já sou
Mesmo sem me libertar eu vou
É Deus, parece que vai ser nós dois até o final
Eu vou ver o jogo se realizar de um lugar seguro
De que vale ser daqui
De que vale ser daqui
Onde a vida é de sonhar?
Liberdade!
-----------------------
Boa vida a todos
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
As Horas
A Um bom tempo eu li algo sobre como a vida é feita de momentos, e que passam rapido...rapido demais, esses dias achei esse texto...e ao ler de novo vi que algumas coisas realmente não fazem sentido, embora estamos acostumados a não procurar sentido na maioria das vezes.Enfim...
Leiam o texto.
Numa das paredes do meu quarto há um belo relógio antigo que não mais funciona. Seus ponteiros, parados há muito tempo, indicam de forma imperturbável há mesma hora: sete em ponto.
Quase sempre, o relógio é apenas um inútil adorno numa parede branca e vazia.
Porém, há dois momentos no dia, dois fugazes instantes em que o velho relógio parece ressurgir das cinzas como uma poderosa fênix.
Quando em suas intermináveis voltas todos os relógios da cidade dão sete horas, emitindo sete vezes seu repetido canto, o velho relógio de meu quarto parece recobrar a vida. Duas vezes por dia, pela manhã e pela noite, o relógio se sente em absoluta harmonia com o resto do universo.
Se alguém o olhasse nesses dois momentos, diria que funcionava à perfeição...
Mas quando esse instante passa, quando os outros relógios silenciam seu canto e os ponteiros retomam os monótonos caminhos, meu velho instrumento perde o passo e permanece fiel àquela hora que alguma vez deteve seu andar.
Eu amo esse relógio, e quanto mais o menciono, mais o amo, porque cada vez me sinto mais parecido com ele.
Também estou parado no tempo, também me sinto estagnado e imobilizado. De alguma maneira, igual a ele, sou um adorno inútil numa parede vazia.
Mas tenho também momentos fugazes, nos quais, misteriosamente, a minha hora chega.
Durante esses tempos, sinto que vivo. Tudo está claro e o mundo passa a ser maravilhoso. Posso criar voar, sonhar, dizer e sentir mais coisas nesses instantes que em todos os outros. Essas conjunções harmônicas se dão e se repetem uma e outra vez, como uma seqüência inexorável.
A primeira vez que senti essa maravilha, procurei que durasse para sempre. Não consegui.
Como meu amigo relógio, o tempo dos outros escapam também de mim.
Passados esses momentos, os outros relógios que habitam em outros homens continuam sua rotação, e eu volto à minha rotineira morte estática, ao meu trabalho, ao meu papo de bar, ao meu tedioso andar que costumo chamar "vida".
Mas eu sei que a vida é outra coisa.
Eu sei que a vida, a vida de verdade, é a soma daqueles momentos fugazes que nos permite sintonizar com o universo.
Quase todo o mundo, coitado, pensa que vive.
Existem poucos momentos de plenitude, e aqueles que não o saibam, e insistam em querer viver, sempre estarão condenados pelo mundo cinzento e pelo repetitivo andar do cotidiano.
Por isso é que o amo, velho relógio, porque somos a mesma coisa, você e eu.
Boa vida a todos.
Leiam o texto.
Numa das paredes do meu quarto há um belo relógio antigo que não mais funciona. Seus ponteiros, parados há muito tempo, indicam de forma imperturbável há mesma hora: sete em ponto.
Quase sempre, o relógio é apenas um inútil adorno numa parede branca e vazia.
Porém, há dois momentos no dia, dois fugazes instantes em que o velho relógio parece ressurgir das cinzas como uma poderosa fênix.
Quando em suas intermináveis voltas todos os relógios da cidade dão sete horas, emitindo sete vezes seu repetido canto, o velho relógio de meu quarto parece recobrar a vida. Duas vezes por dia, pela manhã e pela noite, o relógio se sente em absoluta harmonia com o resto do universo.
Se alguém o olhasse nesses dois momentos, diria que funcionava à perfeição...
Mas quando esse instante passa, quando os outros relógios silenciam seu canto e os ponteiros retomam os monótonos caminhos, meu velho instrumento perde o passo e permanece fiel àquela hora que alguma vez deteve seu andar.
Eu amo esse relógio, e quanto mais o menciono, mais o amo, porque cada vez me sinto mais parecido com ele.
Também estou parado no tempo, também me sinto estagnado e imobilizado. De alguma maneira, igual a ele, sou um adorno inútil numa parede vazia.
Mas tenho também momentos fugazes, nos quais, misteriosamente, a minha hora chega.
Durante esses tempos, sinto que vivo. Tudo está claro e o mundo passa a ser maravilhoso. Posso criar voar, sonhar, dizer e sentir mais coisas nesses instantes que em todos os outros. Essas conjunções harmônicas se dão e se repetem uma e outra vez, como uma seqüência inexorável.
A primeira vez que senti essa maravilha, procurei que durasse para sempre. Não consegui.
Como meu amigo relógio, o tempo dos outros escapam também de mim.
Passados esses momentos, os outros relógios que habitam em outros homens continuam sua rotação, e eu volto à minha rotineira morte estática, ao meu trabalho, ao meu papo de bar, ao meu tedioso andar que costumo chamar "vida".
Mas eu sei que a vida é outra coisa.
Eu sei que a vida, a vida de verdade, é a soma daqueles momentos fugazes que nos permite sintonizar com o universo.
Quase todo o mundo, coitado, pensa que vive.
Existem poucos momentos de plenitude, e aqueles que não o saibam, e insistam em querer viver, sempre estarão condenados pelo mundo cinzento e pelo repetitivo andar do cotidiano.
Por isso é que o amo, velho relógio, porque somos a mesma coisa, você e eu.
Boa vida a todos.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Janta
O lugar era calmo, olhares atentos, aflição e tranquilidade, o que ela queria, o que ele queira...discrepância, ele quer ela, ela quer ser livre, ele quer demais, ela não pode oferecer,
ele não se aborrece, ela é doce e ele sempre se encanta...sempre
ele não se aborrece, ela é doce e ele sempre se encanta...sempre
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
pode ser cruel a eternidade
eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
caberá ao nosso amor por o que há de vir
pode ser a eternidade má
caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
everybody thinks that I'm sad
I take my ride in melodies and bees and birds
will hear my words
will be both us and you and them together
I can forget about myself trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
and please my day
I'll let you stay with me if you surrender
...
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